quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
"Como esses, referiu Aguiar outros hábitos caseiros da consorte, que ouvi com agrado. Não seriam grandemente interessantes, mas eu tenho a alma feita em maneira que dou apreço ao mínimo, uma vez que seja sincero."
Terminei hoje o Memorial de Aires. Eu tinha esquecido o quanto amava o Machado.
Eu diria que o Memorial é meu preferido, mas seria mentira. Foi a primeira vez que li e faz tempo que não releio os outros, de modo que não sei. Nunca consegui escolher um Machado preferido, na verdade.
Mas o Memorial tem que me traz como se fosse um pouco do meu avô, ainda mais do que os outros livros.
Dá uma saudade enorme e uma melancolia, mas ao mesmo tempo é como ter ele perto mais uma vez.
Terminei hoje o Memorial de Aires. Eu tinha esquecido o quanto amava o Machado.
Eu diria que o Memorial é meu preferido, mas seria mentira. Foi a primeira vez que li e faz tempo que não releio os outros, de modo que não sei. Nunca consegui escolher um Machado preferido, na verdade.
Mas o Memorial tem que me traz como se fosse um pouco do meu avô, ainda mais do que os outros livros.
Dá uma saudade enorme e uma melancolia, mas ao mesmo tempo é como ter ele perto mais uma vez.
sábado, 20 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Da série Diálogos
- Não gostei muito do filme. Muito parado... e não te faz pensar. Gosto de filme que faz pensar, sabe? Esse não. Tem muita cena de sexo e pouco conteúdo.
- Sei. Que nem a minha vida. Só que ao contrário. - Eu.
domingo, 20 de maio de 2012
Por que terminar um para começar outro? E mais um blog, para quê?
Pois é, não sei. Para voltar a escrever. Para mimimizar atenção. Para ter um espaço. Para se exibir. Para ser autoafirmar (tem hífen nessa porra?). Para conhecer pessoas (hein?). Para perder mais tempo ainda na internet. Para ter uma desculpa para não fazer outra coisa. Para se divertir. Para pensar. Para reclamar um pouco. Para copiar citações pseudocult. Para me fazer de louca. Para gostar de você. Para publicar idéias. Para dar opiniões. Para compartilhar. Para perder a fé na humanidade. Para ser cínica. Para celebrar o que há de lindo. Para voltar a ter fé na humanidade. Para não ouvir ninguém. Para ganhar carinho. Para colocar fotos. Para falar com as paredes. Para ser mais um pouco eu.
Então oi, seja bem-vind@. É para você também.
Pois é, não sei. Para voltar a escrever. Para mimimizar atenção. Para ter um espaço. Para se exibir. Para ser autoafirmar (tem hífen nessa porra?). Para conhecer pessoas (hein?). Para perder mais tempo ainda na internet. Para ter uma desculpa para não fazer outra coisa. Para se divertir. Para pensar. Para reclamar um pouco. Para copiar citações pseudocult. Para me fazer de louca. Para gostar de você. Para publicar idéias. Para dar opiniões. Para compartilhar. Para perder a fé na humanidade. Para ser cínica. Para celebrar o que há de lindo. Para voltar a ter fé na humanidade. Para não ouvir ninguém. Para ganhar carinho. Para colocar fotos. Para falar com as paredes. Para ser mais um pouco eu.
Então oi, seja bem-vind@. É para você também.
domingo, 29 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
"Não há necessidade do uso da força para subjugar o outro; meios sutis, repetitivos, velados, ambíguos podem ser empregados com igual eficácia. Atos ou palavras desse tipo são muitas vezes mais perniciosos que uma agressão direta, que seria reconhecida como tal e levaria a uma reação de defesa. Marie-France faz uma severa crítica aos psicanalistas que consideram que as mulheres que permanecem na relação experimentam uma satisfação masoquista em ser objeto de sevícias. “É preciso que esse discurso alienante cesse, pois, sem uma preparação psicológica destinada a submetê-la, mulher alguma aceitaria os abusos psicológicos e muito menos a violência física.”
(...)Compreender por que se tolera um comportamento intolerável é também compreender como se pode sair dele."
A mesma psicanalista falando sobre a violência conjugal.
(...)Compreender por que se tolera um comportamento intolerável é também compreender como se pode sair dele."
A mesma psicanalista falando sobre a violência conjugal.
"A idéia, tão valorizada e difundida pelo amor romântico, de que devemos buscar um parceiro que nos complete só contribui para que não enxerguemos o óbvio: a solidão é uma das nossas características existenciais. Aceitar isso talvez seja o primeiro passo para relacionamentos amorosos mais ricos e criativos, longe da expectativa de que o outro nos livre da condição de seres solitários."
Regina Navarro Lins sobre o medo da solidão.
Regina Navarro Lins sobre o medo da solidão.
quinta-feira, 29 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
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